Confira abaixo a composição da nova diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro.
Diretoria Administrativa
Efetivos:
Presidente: Ernesto Vianna
Vice-Presidente: Antônio José Barbosa da Silva
2ª Vice Presidente: Maria Madalena (Resende)
Secretário-Geral: Mario Augusto Jakobskind (Rio)
1º Tesoureiro: Jurivelson Salomão Santana
2º Tesoureiro: José Ernesto Cardoso Guadalupe
Diretor Jurídico: Paulo Thomaz (Campos)
Suplentes:
Ruth Ferreira (Rio)
José Antônio Nogueira (Niterói)
Elis Regina (Campos)
Fernando Paulino (Niterói)
Telma Flora (Cabo Frio)
Vinícius José Silveira Martins
Líliandayse Marinho Correa
Conselho Fiscal
Efetivos:
Gentil da Costa Lima
Abel Rodrigues Gonçalves
Maria Bernadete Travassos (Baixada Fluminense)
Suplentes:
Adilson Pereira Guimarães
Paulo Henrique Nobre (Valença)
Wladimir Campos de Oliveira
Representantes na FENAJ
Efetivos:
José Alves Pinheiro Júnior
Oriovaldo Rangel
Álvaro Britto (Resende)
Suplentes:
Luiz Edmundo Continentino Porto
Inaldo Batista dos Santos
Leila Pinagé de Lima
Comissão de Ética:
Nilo Sérgio Gomes
Vítor Menezes (Campos)
Luiz Antônio Pimentel
Edgard Fonseca
Maurício Alcântara Guimarães
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Baixa participação marca eleição no Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro
Os jornalistas do Estado do Rio de Janeiro têm nova diretoria para o triênio 2009/2011. A eleição aconteceu neste final de semana, sexta (12) e sábado (13), em vários pontos do estado. A chapa única foi construída depois de muita negociação entre um grupo de jornalistas e membros da atual diretoria.
Mas o ponto negativo desta eleição ficou por conta da baixíssima participação dos colegas jornalistas, e que confirma a nossa apreensão com relação aos destinos da nossa entidade, e que nos motivou a participar do pleito para reconstruir o sindicato.
Mas confesso que depois de tanta discussão para a formação da nova diretoria esperava uma participação maior, mesmo sabendo que a participação da categoria no nosso sindicato sempre foi mínima. Uma conseqüência natural ao abandono que as diretorias anteriores impuseram aos jornalistas que trabalham nos municípios de todo o interior do estado, do norte ao sul fluminense.
O quórum mínimo de 30% foi alcançado, mínimo mesmo, porque dos 226 sócios aptos a votar, o que já é muito pouco para um sindicato estadual, apenas 79 jornalistas votaram.
Aqui em Campos, por exemplo, dos 30 sócios, apenas 7 compareceram à Associação de Imprensa Campista para participar. No sul, em Resende, não foi diferente, 11 jornalistas votaram.
Este resultado demonstra o quanto estávamos certos no diagnóstico de que era preciso renovar e dar uma cara estadual ao sindicato. Resgatar mesmo a imensa dívida que o sindicato tem com os jornalistas do Rio de Janeiro.
A posse da nova diretoria já está marcada para o dia 6 de janeiro, em Niterói, quando acontecerá a primeira reunião da nova diretoria. A intenção é acertar o planejamento das primeiras ações do sindicato, em várias áreas, para o próximo ano.
A minha esperança é de que os jornalistas, a partir da presença e do comprometimento do sindicato na defesa dos interesses da categoria, passe a acreditar e participar. Porque só com a participação efetiva de todos, ou pelo menos de uma maioria significativa, poderemos superar as humilhações a que os jornalistas são submetidos no exercício diário da profissão, principalmente no interior do estado.
Os jornalistas brasileiros vivem um momento mais delicado de sua história, com a possibilidade de ver o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir pela não obrigatoriedade do diploma; em que o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) prepara proposta de uma nova regulamentação da profissão; e que um grupo de trabalho do Ministério da Educação (MEC) vai iniciar, em janeiro de 2009, estudos para melhorar a qualidade do ensino nas faculdades de jornalismo do país.
Se tudo isso não bastasse, precisamos conquistar melhorias salariais e de condições de trabalho, lutar para garantir acordos coletivos amplos que contemplem novos benefícios além daqueles direitos trabalhistas já consagrados e que são negados pelos patrões.
Mas, repito, só conseguiremos avançar a partir do momento em que sindicato e categoria se unirem e mostrarem força. É possível, mas não basta querer, é preciso participar.
É importante dizer que a exigência do diploma, uma regulamentação atualizada, ensino de qualidade, salários compatíveis e boas condições de trabalho não são de interese apenas dos jornalistas, mas de toda a sociedade, que tem o direito constitucional a informação de qualidade.
Portanto, as condições em que os jornalistas exercem suas atividades, estão diretamente relacionadas a garantia da população de poder exercitar com plenitude a sua cidadania, e, assim, juntos, construir um país melhor.
Mas o ponto negativo desta eleição ficou por conta da baixíssima participação dos colegas jornalistas, e que confirma a nossa apreensão com relação aos destinos da nossa entidade, e que nos motivou a participar do pleito para reconstruir o sindicato.
Mas confesso que depois de tanta discussão para a formação da nova diretoria esperava uma participação maior, mesmo sabendo que a participação da categoria no nosso sindicato sempre foi mínima. Uma conseqüência natural ao abandono que as diretorias anteriores impuseram aos jornalistas que trabalham nos municípios de todo o interior do estado, do norte ao sul fluminense.
O quórum mínimo de 30% foi alcançado, mínimo mesmo, porque dos 226 sócios aptos a votar, o que já é muito pouco para um sindicato estadual, apenas 79 jornalistas votaram.
Aqui em Campos, por exemplo, dos 30 sócios, apenas 7 compareceram à Associação de Imprensa Campista para participar. No sul, em Resende, não foi diferente, 11 jornalistas votaram.
Este resultado demonstra o quanto estávamos certos no diagnóstico de que era preciso renovar e dar uma cara estadual ao sindicato. Resgatar mesmo a imensa dívida que o sindicato tem com os jornalistas do Rio de Janeiro.
A posse da nova diretoria já está marcada para o dia 6 de janeiro, em Niterói, quando acontecerá a primeira reunião da nova diretoria. A intenção é acertar o planejamento das primeiras ações do sindicato, em várias áreas, para o próximo ano.
A minha esperança é de que os jornalistas, a partir da presença e do comprometimento do sindicato na defesa dos interesses da categoria, passe a acreditar e participar. Porque só com a participação efetiva de todos, ou pelo menos de uma maioria significativa, poderemos superar as humilhações a que os jornalistas são submetidos no exercício diário da profissão, principalmente no interior do estado.
Os jornalistas brasileiros vivem um momento mais delicado de sua história, com a possibilidade de ver o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir pela não obrigatoriedade do diploma; em que o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) prepara proposta de uma nova regulamentação da profissão; e que um grupo de trabalho do Ministério da Educação (MEC) vai iniciar, em janeiro de 2009, estudos para melhorar a qualidade do ensino nas faculdades de jornalismo do país.
Se tudo isso não bastasse, precisamos conquistar melhorias salariais e de condições de trabalho, lutar para garantir acordos coletivos amplos que contemplem novos benefícios além daqueles direitos trabalhistas já consagrados e que são negados pelos patrões.
Mas, repito, só conseguiremos avançar a partir do momento em que sindicato e categoria se unirem e mostrarem força. É possível, mas não basta querer, é preciso participar.
É importante dizer que a exigência do diploma, uma regulamentação atualizada, ensino de qualidade, salários compatíveis e boas condições de trabalho não são de interese apenas dos jornalistas, mas de toda a sociedade, que tem o direito constitucional a informação de qualidade.
Portanto, as condições em que os jornalistas exercem suas atividades, estão diretamente relacionadas a garantia da população de poder exercitar com plenitude a sua cidadania, e, assim, juntos, construir um país melhor.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Sindicato dos Jornalistas do Estado do Rio de Janeiro elege nova diretoria
Acontece nesta sexta-feira (12) e no sábado (13) a eleição para a composição da nova diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, triênio 2009/2011. A eleição acontecerá em vários pontos do estado, e, em Campos será na Associação de Imprensa Campista - AIC, no Centro.
Esta eleição é especial para os jornalistas da região, porque pela primeira vez desde sua fundação, o sindicato terá representantes de várias regiões do estado. Pelo Norte Fluminense participam da chapa os jornalistas Vítor Menezes (Comissão de Ética), Elis Regina Nuffer Nunes (suplente da diretoria executiva) e Paulo Thomaz (Diretor Jurídico).
Outros jornalistas de várias regiões como Resende, Baixada Fluminense, Niterói e Região dos Lagos também estão na chapa. Esta participação traz esperança de que a partir de uma presença forte do sindicato no estado, os jornalistas tenham seus direitos trabalhistas respeitados pelos patrões e possam conquistar melhorias salariais e nas condições de trabalho.
A proposta da nova diretoria é desenvolver o sindicato para que ele esteja realmente presente no dia-a-dia do jornalista. Para isso já foi formada uma comissão que, até março de 2009, vai apresentar à categoria proposta de mudança no estatuto da instituição, que permita a participação de todos os membros da diretoria, suplentes e efetivos, em vários departamentos que deverão ser criados.
A eleição é em chapa única e na sexta-feira acontecerá de 9h às 17h, e, no sábado, de 9h às 12h.
Esta eleição é especial para os jornalistas da região, porque pela primeira vez desde sua fundação, o sindicato terá representantes de várias regiões do estado. Pelo Norte Fluminense participam da chapa os jornalistas Vítor Menezes (Comissão de Ética), Elis Regina Nuffer Nunes (suplente da diretoria executiva) e Paulo Thomaz (Diretor Jurídico).
Outros jornalistas de várias regiões como Resende, Baixada Fluminense, Niterói e Região dos Lagos também estão na chapa. Esta participação traz esperança de que a partir de uma presença forte do sindicato no estado, os jornalistas tenham seus direitos trabalhistas respeitados pelos patrões e possam conquistar melhorias salariais e nas condições de trabalho.
A proposta da nova diretoria é desenvolver o sindicato para que ele esteja realmente presente no dia-a-dia do jornalista. Para isso já foi formada uma comissão que, até março de 2009, vai apresentar à categoria proposta de mudança no estatuto da instituição, que permita a participação de todos os membros da diretoria, suplentes e efetivos, em vários departamentos que deverão ser criados.
A eleição é em chapa única e na sexta-feira acontecerá de 9h às 17h, e, no sábado, de 9h às 12h.
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